Aprendizagens significativas:
Com a pesquisa pude perceber que muitas são as causas da cegueira, como congênitas, adquiridas, por acidentes, etc. É importante saber que muitos casos poderiam ser evitados, com medidas simples de prevenção. Um dos dados que mais me surpreendeu foi que a maioria dos acidentes com perfuração dos olhos ocorre no trânsito das cidades, fato este que poderia ser evitado com o uso do cinto de segurança. Outro dado que me chamou bastante atenção: 90% dos casos de deficiência visual estão concentrados nos países em desenvolvimento e as causas principais são infecciosas, nutricionais ou traumáticas.
Somente após a pesquisa confirmei minha dúvida sobre o que vinha a ser tecnologia assistiva, inclusive no primeiro momento pensei terem postado com a escrita errada, não imaginei que no mercado haviam tantos recursos para o uso do computador, comprovei o que havia lido num dos blogs dos colegas, onde dizia que a tecnologia auxilia a comunicação entre as pessoas, e possibilita a interação dos portadores de necessidades especiais.
quarta-feira, 25 de abril de 2007
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Acesso à web e Tecnologia Assistiva
Este item aborda como as pessoas com deficiência acessam a web, exemplos de barreiras ao acessar páginas e o uso de tecnologia assistiva (tecnologia de apoio).
Tecnologia assistiva
Ferramenta ou recurso utilizado com a finalidade de proporcionar uma maior independência e autonomia à pessoa com deficiência.
Deficiência Visual
Cegueira
Para acessar a web, muitas pessoas cegas utilizam o leitor de tela. Alguns usuários usam navegadores textuais como o Lynx ou navegadores com voz em vez de utilizar um navegador comum (navegador com interface gráfica). É muito comum as pessoas cegas se utilizarem da tecla "tab" para navegar somente em links ao invés de ler todas as palavras que estão na página. Deste modo eles têm uma rápida noção do conteúdo da página ou podem acessar o link desejado mais rapidamente.
LEITOR DE TELA: é um software que lê o texto que está na tela do microcomputador e a saída desta informação é através de um sintetizador de voz ou um display braille - o leitor de tela "fala" o texto para o usuário ou dispõe o texto em braille através de um dispositivo onde os pontos são salientados ou rebaixados para permitir a leitura.
NAVEGADOR TEXTUAL: é um navegador baseado em texto, diferente dos navegadores com interface gráfica onde as imagens são carregadas. O navegador textual pode ser usado com o leitor de tela por pessoas cegas e também por pessoas que acessam a internet com conexão lenta.
NAVEGADOR COM VOZ: é um sistema que permite a navegação orientada pela voz. Alguns possibilitam o reconhecimento da voz e a apresentação do conteúdo com sons, outros permitem acesso baseado em telefone (através de comando de voz pelo telefone e/ou por teclas do telefone).
Exemplos de barreiras ao acessar o conteúdo de uma página:
imagens que não posuem texto alternativo.
imagens complexas. Exemplo: gráfico ou imagem com importante significado que não possuem descrição adequada.
vídeos que não possuem descrição textual ou sonora.
tabelas que não fazem sentido quando lidas célula por célula ou em modo linearizado.
frames que não possuem a alternativa "noframe", ou que não possuem nomes significativos.
formulários que não podem ser navegados em uma seqüência lógica ou que não estão rotulados.
navegadores e ferramentas de autoria que não possuem suporte de teclado para todos os comandos.
navegadores e ferramentas de autoria que não utilizam programas de interfaces padronizadas para o sistema operacional em que foram baseados.
documentos formatados sem seguir os padrões web que podem dificultar a interpretação por leitores de tela.
Baixa visão
Para acessar a web, algumas pessoas com deficiência visual parcial usam monitores grandes e aumentam o tamanho das fontes e imagens. Outros usuários utilizam os ampliadores de tela. Alguns usam combinações específicas de cores para texto e fundo (background) da página, por exemplo, amarelo para a fonte e preto para o fundo, ou escolhem certos tipos de fontes.
AMPLIADOR DE TELA: é um software que amplia o conteúdo da página para facilitar a leitura.
Exemplos de barreiras ao acessar o conteúdo de uma página:
páginas com tamanhos de fontes absoluta, que não podem ser aumentadas ou reduzidas facilmente.
páginas que, devido ao layout inconsistente, são difíceis de navegar quando ampliadas por causa da perda do conteúdo adjacente.
páginas ou imagens que possuem pouco contraste.
textos apresentados como imagens, porque não quebram as linhas quando ampliadas.
e existem outras barreiras, como as apresentadas para pessoas cegas, dependendo do tipo e extensão da limitação da visão.
Daltonismo
O daltonismo refere-se à falta de percepção a certas cores. Uma das formas mais comuns do daltonismo inclui a dificuldade de distinguir entre as cores vermelha e verde, ou amarelo e azul. Algumas vezes o daltonismo resulta em não perceber as cores.
Para acessar a web, algumas pessoas personalizam as cores da página, escolhendo as cores das fontes e do fundo.
Exemplos de barreiras ao acessar o conteúdo de uma página:
quando a cor é usada como único recurso para enfatizar o texto.
contrastes inadequados entre as cores da fonte e fundo.
navegadore que não suportam a opção para o usuário utilizar sua própria folha de estilo.
Bibliografia:
http://www.serpro.gov.br/acessibilidade/acesso.php
ACESSIBILIDADE
Nós podemos usar o computador, sim
Os portadores de deficiência visual podem utilizar o computador tanto para a realização de trabalhos em texto e planilha, como para a navegação pela internet. O computador também é de grande importância para a transcrição de textos em tinta para o Braille, sendo que esses textos podem ser lidos no próprio computador ou impressos em Braille através de uma impressora especial.
Leitores de tela
Para utilizar o computador os deficientes visuais utilizam os recursos de softwares leitores de tela que, junto com sintetizadores de voz, "lêem" o conteúdo da tela de um computador. Alguns dos melhores e mais populares leitores de tela com voz sintetizada em português são:
Jaws
Virtual Vision
DosVox
Lente de aumento
Também é possível aumentar o tamanho dos caracteres visualizados na tela com o auxílio de softwares específicos, o que facilita o uso do computador para o portador de baixa visão.
Um dos softwares mais usados no Brasil é o LentePro
Dicas de acessibilidade
Saiba quais os cuidados que se deve ter ao criar uma página para internet para que ela possa ser lida pelos softwares leitores de tela, tornando-se totalmente acessível aos portadores de deficiência visual
Dicas de Marco Aurélio Queiroz - autor do livro "Sopro no Corpo" publicado em 1986 pela Editora Rocco e designer do site "Bengala Legal", entre outros.
Dicas do site da Micropower relativas ao VirtualVision
Saiba mais sobre acessiblidade no siteCompanhia de Processamento de Dados do Município de São Paulo - Prodam.
Bibliografia
http://www.jornalismo.ufsc.br/acic/acesso/acesso_gr.htm
Nós podemos usar o computador, sim
Os portadores de deficiência visual podem utilizar o computador tanto para a realização de trabalhos em texto e planilha, como para a navegação pela internet. O computador também é de grande importância para a transcrição de textos em tinta para o Braille, sendo que esses textos podem ser lidos no próprio computador ou impressos em Braille através de uma impressora especial.
Leitores de tela
Para utilizar o computador os deficientes visuais utilizam os recursos de softwares leitores de tela que, junto com sintetizadores de voz, "lêem" o conteúdo da tela de um computador. Alguns dos melhores e mais populares leitores de tela com voz sintetizada em português são:
Jaws
Virtual Vision
DosVox
Lente de aumento
Também é possível aumentar o tamanho dos caracteres visualizados na tela com o auxílio de softwares específicos, o que facilita o uso do computador para o portador de baixa visão.
Um dos softwares mais usados no Brasil é o LentePro
Dicas de acessibilidade
Saiba quais os cuidados que se deve ter ao criar uma página para internet para que ela possa ser lida pelos softwares leitores de tela, tornando-se totalmente acessível aos portadores de deficiência visual
Dicas de Marco Aurélio Queiroz - autor do livro "Sopro no Corpo" publicado em 1986 pela Editora Rocco e designer do site "Bengala Legal", entre outros.
Dicas do site da Micropower relativas ao VirtualVision
Saiba mais sobre acessiblidade no siteCompanhia de Processamento de Dados do Município de São Paulo - Prodam.
Bibliografia
http://www.jornalismo.ufsc.br/acic/acesso/acesso_gr.htm
DEFICIÊNCIA VISUAL
disso nós entendemos bem
A deficiência visual inclui dois grupos: cegueira e visão subnormal.
CegueiraÉ considerado cego aquele que apresenta desde ausência total de visão até a perda da percepção luminosa. Sua aprendizagem se dará através da integração dos sentidos remanescentes preservados. Terá como principal meio de leitura e escrita o sistema Braille. Deverá, no entanto, ser incentivado a usar seu resíduo visual nas atividades de vida diária sempre que possível.Visão Subnormal ou Baixa VisãoÉ considerado portador de baixa visão aquele que apresenta desde a capacidade de perceber luminosidade até o grau em que a deficiência visual interfira ou limite seu desempenho. Sua aprendizagem se dará através dos meios visuais, mesmo que sejam necessários recursos especiais.Tanto a cegueira total quanto a visão subnormal pode afetar a pessoa em qualquer idade. Bebês podem nascer sem visão e outras pessoas podem tornar-se deficientes visuais em qualquer fase da vida. A perda de visão pode ocorrer repentinamente de um acidente ou doença súbita, ou tão gradativamente que a pessoa atingida demore a tomar consciência do que está acontecendo. Ela também ocorre independentemente de sexo, religião, crenças, grupo étnico, raça, ancestrais, educação, cultura, saúde, posição social, condições de residência ou qualquer outra condição específica. A deficiência visual interfere em habilidades e capacidades e afeta não somente a vida da pessoa que perdeu a visão, mas também dos membros da família, amigos, colegas, professores, empregadores e outros. Entretanto, com tratamento precoce, atendimento educacional adequado, programas e serviços especializados, a perda da visão não significará o fim da vida independente e não ameaçará a vida plena e produtiva.
Fontes: site do instituto Benjamin Constantsite da Fundação Dorina Nowill para Cegos
Cuidados com a visão
Colírios: como usar e cuidados
Fonte: site da revista eletrônica Saúde e Vida Online, desenvolvida pelo Núcleo de Informática Biomédica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Fonte: site da revista eletrônica Saúde e Vida Online, desenvolvida pelo Núcleo de Informática Biomédica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Recomendações para a saúde visual
Lembretes Importantes
Fonte: site da revista eletrônica Saúde e Vida Online, desenvolvida pelo Núcleo de Informática Biomédica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Doenças que podem causar a cegueira
Fonte: site da revista eletrônica Saúde e Vida Online, desenvolvida pelo Núcleo de Informática Biomédica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Doenças que podem causar a cegueira
Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)AmbliopiaRetinopatia Diabética
Fontes: site do Hospital de Olhos de Minas Geraissite Dr Visãosite da Embratel - página sobre saúde dedicada aos cuidados com a visão site pessoal de Glauco Cereja site da revista eletrônica Saúde e Vida Online, desenvolvida pelo Núcleo de Informática Biomédica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)site dos Laboratórios Alcon
Fontes: site do Hospital de Olhos de Minas Geraissite Dr Visãosite da Embratel - página sobre saúde dedicada aos cuidados com a visão site pessoal de Glauco Cereja site da revista eletrônica Saúde e Vida Online, desenvolvida pelo Núcleo de Informática Biomédica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)site dos Laboratórios Alcon
Bibliografia
INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE DEFICIÊNCIA VISUAL
1. CONCEITO
O termo deficiência visual refere-se a uma situação irreversível de diminuição da resposta visual, em virtude de causas congênitas ou hereditárias, mesmo após tratamento clínico e/ou cirúrgico e uso de óculos convencionais. A diminuição da resposta visual pode ser leve, moderada, severa, profunda (que compõem o grupo de visão subnormal ou baixa visão) e ausência total da resposta visual (cegueira). Segundo a OMS (Bangkok, 1992), o indivíduo com baixa visão ou visão subnormal é aquele que apresenta diminuição das suas respostas visuais, mesmo após tratamento e/ou correção óptica convencional, e uma acuidade visual menor que 6/18 à percepção de luz, ou um campo visual menor que 10 graus do seu ponto de fixação, mas que usa ou é potencialmente capaz de usar a visão para o planejamento e/ou execução de uma tarefa.
2. CLASSIFICAÇÃO
Há vários tipos de classificação. De acordo com a intensidade da deficiência, temos a deficiência visual leve, moderada, profunda, severa e perda total da visão. De acordo com comprometimento de campo visual, temos o comprometimento central, periférico e sem alteração. De acordo com a idade de início, a deficiência pode ser congênita ou adquirida. Se está associada a outro tipo, como surdez, por exemplo, a deficiência pode ser múltipla ou não.
3. DADOS ESTATÍSTICOSSegundo a OMS-Organização Mundial de Saúde, cerca de 1% da população mundial apresenta algum grau de deficiência visual. Mais de 90% encontram-se nos países em desenvolvimento. Nos países desenvolvidos, a população com deficiência visual é composta por cerca de 5% de crianças, enquanto os idosos são 75% desse contingente. Dados oficiais de cada país não estão disponíveis.
4. CAUSAS
De maneira genérica, podemos considerar que nos países em desenvolvimento as principais causas são infecciosas, nutricionais, traumáticas e causadas por doenças como as cataratas. Nos países desenvolvidos são mais importantes as causas genéticas e degenerativas. As causas podem ser divididas também em: congênitas ou adquiridas.
Causas congênitas: amaurose congênita de Leber, malformações oculares, glaucoma congênito, catarata congênita.
Causas adquiridas: traumas oculares, catarata, degeneração senil de mácula, glaucoma, alterações retinianas relacionadas à hipertensão arterial ou diabetes.
5. FATORES DE RISCO
Histórico familiar de deficiência visual por doenças de caráter hereditário: por exemplo glaucoma.
Histórico pessoal de diabetes, hipertensão arterial e outras doenças sistêmicas que podem levar a comprometimento visual, por exemplo: esclerose múltipla.
Senilidade, por exemplo: catarata, degeneração senil de mácula.
Não realização de cuidados pré-natais e prematuridade.
Não utilização de óculos de proteção durante a realização de determinadas tarefas (por exemplo durante o uso de solda elétrica).
Não imunização contra rubéola da população feminina em idade reprodutiva, o que pode levar a uma maior chance de rubéola congênita e conseqüente acometimento visual.
6. IDENTIFICAÇÃO
Alguns sinais característicos da presença da deficiência visual na criança são desvio de um dos olhos, não seguimento visual de objetos, não reconhecimento visual de familiares, baixa aproveitamento escolar, atraso de desenvolvimento. No adulto, pode ser o borramento súbito ou paulatino da visão. Em ambos os casos, são vermelhidão, mancha branca nos olhos, dor, lacrimejamento, flashes, retração do campo de visão que pode provocar esbarrões e tropeços em móveis.
Em todos os casos, deve ser realizada avaliação oftalmológica para diagnóstico do processo e possíveis tratamentos, em caráter de urgência.
7. DIAGNÓSTICO
Obtido através do exame realizado pelo oftalmologista que pode lançar mão de exames subsidiários. Nos casos em que a deficiência visual está caracterizada, deve ser realizada avaliação por oftatmologista especializado em baixa visão, que fará a indicação de auxílios ópticos especiais e orientará a sua adaptação.
8. BIBLIOGRAFIA
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